No chão, um desequilíbrio. No sofá, uma distração. No teto do banheiro, uma dor de cabeça. Na pele, uma reação. No asfalto, uma dor. Na louça, uma falta de empenho.
Numa ficha, um estigma. Numa lente, um manuseio inadequado. Num exame, uma preocupação. Num pedaço de papel, uma emoção não contida. Numa tela de museu, arte.
